quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Dicas de cultivo de orquídeas

Cultivar orquídeas é mais fácil do que se pensa ... (particularmente eu não acho fácil, sempre estou aprendendo e às vezes apanho,rs!)


1. Na grande maioria, as orquídeas brasileiras são epífitas, isto é,
crescem presas às árvores, sem, contudo, roubar delas quaisquer nutrientes.
As raízes são usadas apenas para fixar a planta no caule das árvores.


2. Ao escolher o que vai cultivar, dê preferência a espécies adaptadas a
sua região. Como as orquídeas florescem apenas uma ou duas vezes por ano, é
interessante possuir várias espécies diferentes (cujo ciclo de floração
costuma ser também diferente). Isso aumenta as chances de ter sempre alguma
planta florida.


3. Não colete ou adquira plantas oriundas das matas, pois as orquídeas já
foram bastante dilapidadas pelos mateiros e colecionadores gananciosos.
Procure adquiri-las de empresas produtoras de mudas ou de orquidófilos que
tenham plantas disponíveis.


4. Irrigação: Mantenha o vaso úmido, jamais encharcado. É mais fácil matar
uma orquídea por excesso do que por falta d'água. Não colocar pratinho com
água debaixo do vaso, pois as raízes poderão apodrecer. Molhe
abundantemente duas ou três vezes por semana, deixando a água escorrer
totalmente. Nos outros dias, basta vaporizar as folhas de manhã cedo ou no
final da tarde, quando a planta não estiver sob o sol.


5. Luminosidade: Instale suas plantas em locais onde elas possam ser
banhadas pelo sol no horário da manhã (até as 9 horas) ou no final da tarde
(depois das 16 horas). Se a planta não tomar sol, ela não vai florescer. As
orquídeas podem ser fixadas também no tronco de árvores, desde que estas
não tenham uma sombra muito densa, como as mangueiras. O problema é que,
quando florescerem, elas não poderão ser levadas para dentro de casa.
Aliás, é recomendável manter os vasos, o máximo possível, na mesma posição
e local.


6. Ventilação: As orquídeas necessitam de locais arejados. Evitar, porém, a
ventilação muito forte.


7. Adubação: Utilize um desses adubos foliares (líquidos) que se encontram
na seção de jardinagem de todos os supermercados. Adicionar algumas gotas à
água com que será feita a vaporização, no caso de usar pequenos
pulverizadores. Procure molhar sobretudo a parte inferior das folhas de sua
orquídea, pois é aí que se encontram os estômatos, que absorvem água e
nutrientes.


8. Pragas e doenças: Se as plantas forem cultivadas de uma forma adequada,
elas estarão mais resistentes a pragas e doenças. Se não houver excesso de
umidade, por exemplo, dificilmente os fungos irão atacar. De qualquer modo,
previna-se. Um dos grandes inimigos de nossas orquídeas são as cochonilhas.
Esses pequenos organismos sugam a seiva da planta e podem matá-la se não
forem combatidos. Quem possui poucas plantas pode catá-los, um a um, antes
que se propaguem. No caso de uma coleção maior, haverá necessidade de
apelar para os defensivos. Dê preferência às fórmulas naturais, pois os
produtos químicos industrializados costumam ser tão prejudiciais às plantas
quanto a quem as cultiva. É recomendável consultar uma pessoa que tenha
experiência com produtos naturais.


9. Anote o nome da espécie de sua orquídea numa plaqueta. Também é
interessante atribuir-lhe um código (numérico ou alfanumérico, como
queira), para facilitar a identificação no caso de uma coleção de médio ou
grande porte. Um desafio que os orquidófilos enfrentam é memorizar o nome
de suas plantas, quase todos em Latim ou latinizados – raramente as
orquídeas têm nomes populares. Mas isto termina se tornando um excelente
exercício de memória. Desenvolva igualmente o hábito de anotar a data da
floração de cada planta. Se ela não voltar a florescer na mesma época, no
ano seguinte, isto pode ser um sinal de alerta: talvez ela esteja com algum
problema. Examine, então, as condições de irrigação, luminosidade,
ventilação…


10. Freqüente uma associação de orquidófilos. É o local mais apropriado
para trocar idéias, tirar dúvidas sobre o cultivo de orquídeas e, de
quebra, fazer novas amizades. Procure tirar proveito do convívio com os
orquidófilos mais experientes. Na grande maioria, eles adoram repartir seus
conhecimentos (conhecimentos que, aliás, serão sempre incompletos, pois, em
se tratando de orquídeas, eternamente, todos têm algo para aprender).

Fonte: net

Bjos
Aninha

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