quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Diario de um cão

Todas as pessoas que resolvem adotar ou comprar um animal deveriam ler esta história... essa tirei da internet, não sei quem é o autor.

Diário de um cão

1ª semana:
- Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!

1º mês:
- Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!

2 meses:
- Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova "família humana" cuide tão bem de mim como ela o fez.

4 meses:
- Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como "irmãozinhos". Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.

5 meses:
- Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz "pipi" dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do quê, durmo no hall de entrada. Não deu para agüentar.

8 meses:
- Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido... Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço!

12 meses:
- Hoje completo um ano. Sou um cão adulto. Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim!!

13 meses:
- Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra.Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.

15 meses:
- Já nada é igual... Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho teto que me abrigue...

16 meses:
- Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia! Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo. Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. "Ouçam, Esperem!" lati... se esqueceram de mim... Corri atrás do carro com todas as
minhas forças. Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam. Haviam me esquecido.

17 meses:
- Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minha´alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como ninguém! Mas somente dizem: "pobre cãozinho, deve ter se perdido."

18 meses:
- Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus "irmãozinhos". Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria". Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.

19 meses:
- Parece mentira. Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.

20 meses:
- Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado "calçada", mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por acertar-me. Quisera que tivesse matado! Mas só me deslocou as cadeiras! A dor é terrível! Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho..

Faz dez dias que estou em baixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo esta caindo... Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: "não chegue perto". Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, olha como te deixaram", dizia... junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse: "Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio. É melhor que pare de sofrer".

A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em por que tive que nascer se ninguém me queria?!...

16 comentários:

  1. Ai Aninha q trsite, tô chorando até agora...noss não consgo imaginar uma coisa dessas, e tem muita gente q faz isso né, pra mim apartir do momento q pegpo pra cirar e cuidar já faz parte da minha família, trite demais...bjos!!

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    Que sua semana seja um MAR de coisas boas!!!

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  3. Olá querida, passei pra desejar um Feliz Natal e um maravilhoso início de ano!!!!! Mil beijocas e fique com as bençãos de Deus!

    Esta história é triste demais! Porém, é mais do que verdadeira e muitos não tem sequer a ajuda nos últimos momentos de vida!

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  4. Que os seus desejos se realizem e você nunca deixe de sonhar com o melhor.E claro, que as boas surpresas aconteçam e muita paz!

    Feliz Natal!!!

    Beijos,CeLLa.

    http://bycellacris.blogspot.com

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  5. Tenho uma gata adotada e senti muito desse abandono quando fui no abrigo. Penso que algumas pessoas esqueceram qual o peso da responsabilidade por um ser.
    Gostei muito do blog.

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  6. Ai... é tão triste... como pode alguem fazer isso com um animalzinho...
    Eu amo os bichos e sou contra qualquer tipo de venda de aimais.

    Feliz 2010
    Bjokas

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  7. OLA AMIGA,
    FELIZ ANO NOVO REPLETO DE MUITA SAÚDE E SUCESSO.
    gRANDE ABRAÇO

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  8. gostei muito do texto, infelismente acontece muitos casos como este.
    bom fim de semana e felicidades
    Marta

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  9. Que triste, começei a eler pensando que ia ter uma linda foto no final...

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  10. Chorei quando li. E como existem pessoas que fazem tal maldade. Eu não crio animais, pois sei da responsabilidade e minha filha não faz questão, mas se resolvesse adotar um o trataria muito bem.
    Abçs,
    Ana

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  11. Oi ... deixei um selinho pra ti lá no meu blog ... beijokas

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  12. Oie...
    Venho te convidar p/ participar da brincadeira q. está rolando no meu blog:
    Comente e concorra morangos.
    Vai lá e deixe sua marquinha.
    bjo bjo:*

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  13. Este diario de um cão é muito triste,mas tem razão Aninha antes de adotar um animalzinho é necessario pensar bem nas responsabilidaes.

    Bjus Silvia

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  14. Que lindo querida, fiquei emocionada! Realmente os cãozinhos deveriam ser mais respeitados e amados! bjos

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  15. Noooossa, você me fez chorar muito, amo os animais, tenho 5 cães, e jamais faria mal a eles!!! Posso publicar esse post em meu blog? Acho que tem muita gente, que tem que tomar conciência disso!!!

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  16. Oi, Aninha!

    Como vai você? Espero que esteja tudo bem.
    Foi a correria do dia a dia que te afastou do blog?
    Estou com saudades! Vim te fazer uma visitinha e deixar um grande abraço.

    Beijinhos
    Lu

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